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“Amanhã fico triste…Amanhã!
Hoje não…Hoje fico alegre!
E todos os dias, por mais amargos que sejam, eu digo:
Amanhã fico triste, hoje não…”
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(Poema encontrado na parede de um dos dormitórios das crianças do campo de extermínio nazista de Auschwitz)
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Assim sou eu…
Já escondi um AMOR com medo de perdê-lo, já perdi um AMOR por escondê-lo.
Já segurei nas mãos de alguém por medo, já tive tanto medo, ao ponto de nem sentir minhas mãos.
Já expulsei pessoas que amava de minha vida, já me arrependi por isso.
Já passei noites chorando até pegar no sono, já fui dormir tão feliz, ao ponto de nem conseguir fechar os olhos.
Já acreditei em amores perfeitos, já descobri que eles não existem.
Já amei pessoas que me decepcionaram, já decepcionei pessoas que me amaram.
Já passei horas na frente do espelho tentando descobrir quem sou, já tive tanta certeza de mim, ao ponto de querer sumir.
Já menti e me arrependi depois, já falei a verdade e também me arrependi.
Já fingi não dar importância às pessoas que amava, para mais tarde chorar quieta em meu canto.
Já sorri chorando lágrimas de tristeza, já chorei de tanto rir.
Já acreditei em pessoas que não valiam a pena, já deixei de acreditar nas que realmente valiam.
Já tive crises de riso quando não podia.
Já quebrei pratos, copos e vasos, de raiva.
Já senti muita falta de alguém, mas nunca lhe disse.
Já gritei quando deveria calar, já calei quando deveria gritar.
Muitas vezes deixei de falar o que penso para agradar uns, outras vezes falei o que não pensava para magoar outros.
Já fingi ser o que não sou para agradar uns, já fingi ser o que não sou para desagradar outros.
Já contei piadas e mais piadas sem graça, apenas para ver um amigo feliz.
Já inventei histórias com final feliz para dar esperança a quem precisava.
Já sonhei demais, ao ponto de confundir com a realidade… Já tive medo do escuro, hoje no escuro “me acho, me agacho, fico ali”.
Já cai inúmeras vezes achando que não iria me reerguer, já me reergui inúmeras vezes achando que não cairia mais.
Já liguei para quem não queria apenas para não ligar para quem realmente queria.
Já corri atrás de um carro, por ele levar embora, quem eu amava.
Já chamei pela mamãe no meio da noite fugindo de um pesadelo. Mas ela não apareceu e foi um pesadelo maior ainda.
Já chamei pessoas próximas de “amigo” e descobri que não eram… Algumas pessoas nunca precisei chamar de nada e sempre foram e serão especiais para mim.
Não me dêem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre.
Não me mostre o que esperam de mim, porque vou seguir meu coração!
Não me façam ser o que não sou, não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente!
Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão.
Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra SEMPRE!
Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das idéias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes.
Tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos.
Você pode até me empurrar de um penhasco que eu vou dizer:
- E daí? EU ADORO VOAR!
Clarice Lispector
Estou em QUEDA… livre… …
.27.05.2011.
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Tenho sentido a necessidade de semear alguma coisa na minha vida.
Assim, hoje arregacei as mangas e comecei a dar inicio ao meu farmville da vida real.
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Não, não é Alzheimer nem uma crise de identidade…
“…eu te lembro assim,
partir é morrer,
como amar é ganhar e perder…“
E depois do AMOR???
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Tenho-me sentido assim…

Com pézinhos de lã na corda bamba…
“Dançar na Corda Bamba” - Clã
Hagia – unlike this
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Hoje o Facebook está espalhado de beijos, beijinhos e beijocas mostrando que todas as histórias de amor acabam assim, com um beijo e as letrinhas THE END. Nunca percebi muito bem esse “finalizar” e muitas vezes pensei que os filmes deviam era começar por aí, pelo final…até porque há histórias com final e sem beijos, beijinhos e beijocas e no entanto continuam a ser lindas histórias de amor.
Partilho aqui uma dessas histórias, dentro da história do meu filme preferido de sempre: “Cinema Paraíso“.
Uma autêntica matrioska cinematográfica.
A história já foi contada antes em “Se AMAR não tem Limite, haverá Limite para AMAR??”
Mas hoje não me vou questionar, apenas sentir…
Vou fechar os olhos, sentir-me em Itália, num daqueles fins de tarde do início da temporada dos caranguejos.
Vou sentar-me ali ao lado para ouvir esta matrioska história de amor italiana …mais uma vez (e que de certo não será a última!).
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O show case dos Gift na Fnac para apresentação do novo álbum foi simplesmente fantástico!!!
Recheado de muito boa disposição, piadas inteligentes, um pouco do vídeo do making of e umas quantas músicas daquele vozeirão que só mesmo a Sónia Tavares tem.
A parte mais hilariante foi quando a Sónia mandou um pontapé no vazio e saltou-lhe o sapatinho da Branca de Neve para cima de uma fã que estava sentada na 1ª fila do chão
Foi demais, tanto tanto tanto que a Sónia Tavares não conseguia conter o riso na música seguinte.
Depois de uma noite tão bem passada, não consegui resistir e comprei o DVD “Explode”, – música e cor e quase quase com cheiros da Índia.
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Abracadabra
Não sei se foi da meia atada à mesa, do Santo António, do pano vermelho, tudo valia a pena para a encontrar.
“É de pedir aos céus”
Eis que a MÁQUINA apareceu ao som da música do post anterior “A máquina” – Amor Electro.
Vá se lá perceber esta e outras coisas!!
“Já nem vou mais chorar,
Gritar, ligar, voltar“
“Eu não vou mais fugir.
A viagem começou”
“Que bom não acabou,
A máquina acordou.”
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