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The last but not the least...

A uns 50 quilómetros dos “fantásticos e requintados” hotéis e praias exclusivas só para turistas, fica a cidade de Salvaleón de Higüey – uma cidade marcada pela pobreza.

Se em Punta Cana vimos o excesso de comida e bebida que era literalmente deitada ao lixo, ali vimos e sentimos a FOME.

Uma curiosidade, a montra dos talhos é mesmo em frente à porta da casa (para nós, “barraca”), onde a secar num fio, estão penduradas por molas as carnes.

Em Higüey também visitamos a Basílica Nuestra Senora de La Altagracia.

De seguida seguimos num barco animado com Fiesta & Bebida para a ilha paradisíaca de Saona.  Ficam as imagens e a música contagiante do Caribe.

AMARras materiais

Aqui há tempos conversava com uns amigos sobre o excesso de importância que damos às coisas materiais, às quais nos apegamos, nos “amarramos” e sofremos, muitas vezes, quando se estragam, se partem, se rompem, se perdem…

Como se fosse o objecto

que marcasse a nossa “identidade” e necessitassemos dele para “recordar” coisas ou para nos fazer sentir bem.


Então recordo sempre este episódio…

Numa formação sobre relaxamento, importância de libertarmos o espírito e desenvolver a criatividade, uma amiga estava a mostrar, como através da arte, poderiamos trazer beneficios para a nossa vida.

Para ensinar a fazer estatuetas (entre outras coisas) levou umas lindissiiimmmass que ela já tinha feito e que foram gabadas por todos.

No final, quando estava a carregá-las para o carro, começou a atirá-las para a mala, sem qualquer cuidado e as pessoas chamaram-na atenção, julgando-a distraída.

As estatuetas iam bater umas nas outras e o mais certo era partir-se alguma.

E ela respondeu simplesmente que não se importava.

- Mas… são as que mais gostas… São lindas!!

- Sim, eu sei, mas se eu tiver mil cuidados com elas vou atrair a preocupação, vou ligar-me a algo material, vou estagnar. As estatuetas estão a acompanhar-me e se algo lhes acontecer faz parte da sua história, se tiver uma racha, isso também terá um significado.
Elas valem muito mais por servirem de exemplo para a vossa inspiração do que num móvel da minha casa.
E, se lhes acontecer alguma coisa tenho sempre a opção de voltar a fazê-las, de certo não ficarão iguais, mas o voltar a fazer uma obra permite-me criar, melhorar… evoluir!
.

Há professores e há educadores…

Rostos & Vidas

 

Rostos  &  Vidas

República Dominicana

Higuey

Please God!!!

O meu nervosismo continua…

Resultados ainda nada… e só me dá para comer porcarias e depois … :(   Qualquer dia vou a “rebolar” para o trabalho!!

fat friend

Ontem foi assim aqui por casa.

Jantar nosso

Entendimentos

e falar de Sentimentos

à luz de velas…

Mas não deve ter sido por excesso de sentir ou falta de electricidade que o serzinho acabou de madrugada no Hospital com dores no peito e dificuldade em respirar. :(

Espero que melhores rápido…

Hoje à noite quero-te bem para o magusto cá em casa mas pelo sim pelo não, ligamos as luzes!!

Não quero sentir Amor para a vida toda,

quero sentir Amor o dia todo

(o conjunto dos dias, fará a minha vida…)

Mas esta minha estranha forma de vida, tem-me trazido alguns problemas, na forma e também na medida (sim, quantidade) como me sinto preenchida, na intensidade de sentir o AMOR.

Uns primam na presença outros primam na ausência…

E há outros que quando estão presentes , estão “ausentes

e quando estão ausentes, sabem estar “presentes“.

Eu sei que o ponto de partida é compreender que nem todos valorizamos as mesmas coisas. Há pessoas que gostam de telefonemas e sms durante o dia, outras de oferecer prendas, outras de dar uma flor, ir buscar ao comboio, arrumar a sala, enviar um postal por mail, caprichar num jantar, ajudar a fazer um trabalho, outras pessoas fazem o pino em surpresas, outras simplesmente fazem o pino noutra coisa qualquer (sim, até na cama)!

Mas, se me queres fazer feliz, tens que fazer o que eu gosto ou tenho que te aceitar como és??? Ok, vão dizer que tem que haver um meio termo… ai o meio termo, o meio termo…

Mas no amor não pode haver meios, mas sim (seres) inteiros!!

Na medida do possível, ando a aprender a contentar-me com “menos“, mas que esse contentamento me contente, me deixe contente e me faça fazer alguém contente.

E se na viagem do amor, em vez de levar uma mala de 20kg de mimos e atenção , levar uma mochila de 10 kg, será que me sinto mais “vazia”?

E se “valorizar” outros aspectos… em vez da mala ir no porão,  ver as vantagens da mala ir comigo no avião. Será que isso me preenche?

O Parque Nacional KrKa foi um dos sítios que me fascinou na viagem à Croácia.

A embelezar a magnífica paisagem das cascatas espalhadas ao longo do percurso do rio, encontramos a atracção do parque:  a maior cascata, a Stradinski Buk, com 17 níveis ao longo de 800 metros e com 46 metros de altura.

É simplesmente fabulosa.

Numa pequeníssima ilha no meio do rio KrKa está um Mosteiro do séc. XIV também digno de uma visita.  


Ontem fui “à bola” ver os verdes… Verdes do Rio Ave contra os verdes do Sporting… Verdes, mas verdes flurescentes (que usavam coletes reflectores do trânsito porque o Paulo Bento levou as camisolas dos jogadores para se lembrar deles 4EVER).

Ali de cima, pareciam todos tão pequeninos e… tão verdemente iguais que só consegui distinguir 3, pelo cabelo, pela corzinha e pelo tamanho, mas com tantos treinadores de bancada tive direito a um relato em stereo.

Com o empate do FCP e a saída de Paulo Bento, o jogo prometia…prometia só não ser violento fisicamente pois isto de ver jogos no “nuerte, carago” é um rol de asneiras de 10 em 10 segundos!!

Assim, o jogador que deu mais nas vistas (nas canelas e no corpinho dos adversários) foi um tal de “filho da p***“.

Jogo futebol Sporting RioAve

No final, empate dos verdes & verdes e prognósticos para o resto da temporada, segundo conversa de 2 adeptos leoninos:

- Agora que o Paulo Bento saiu, vem aí um padre para nos treinar. É que só com muita fé, só com um milagre é que ganhamos o campeonato.

- Bem, então mais vale vir logo um santo milagreiro!!!

Substitutos de nós…

Enquanto não sai a tão esperada nota do exame, tenho tentado distrair-me.

Este fim-de-semana, a escolha da sessão de cinema foi Surrogates.

É um filme que nos põe a questionar sobre o rumo da humanidade.

Retrata pessoas que, isoladas nas suas casas, vivem a vida através dos seus “substitutos”  - robôts em forma de figuras humanas, que elas próprias escolhem o rosto, o corpo, o estilo – claro está que a aparência física e o look são valorizados ao máximo. Na rua são magros, giros e comunicativos, em casa oh tristes “depressivos“.

Através da tecnologia as pessoas esquecem-se quem são e o que são.

Acho que o filme não está assim tão desfasado de uma realidade que se está a instalar na nossa sociedade, uma sociedade de pessoas solitárias… que se refugiam em casa…e estabelecem relações através da internet, das redes sociais e onde muitas vezes escondem a sua identidade e constroem um perfil que não corresponde à verdade.

Na minha opinião, embora as novas tecnologias sejam um beneficio para a sociedade, não devem ser levadas ao extremo, de que a vida não vale a pena ser vivida, porque vale… mesmo com todos os problemas que cada um tem.

Não há vidas perfeitas, nem temos ninguém que nos substitua nos momentos maus pelo que temos que ser nós a assumir os riscos, lutar contra as frustações, enfim… sair à rua todos os dias…

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